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domingo, 23 de agosto de 2009

ESTOU DE FÉRIAS

Pois é amigos leitores...decidi tirar umas férias das postagens aqui nesse blog. A minha mudança para a Finlândia há menos de m mês tem me consumido muito de meu tempo e alterado um tanto minhas metas.

Também, por outro lado, estou cansada de pensar. Hoje, eu diria que minha frase do dia é: "Pensamos demais e fazemos de menos". Há muitas boas informações aqui no blog para quem quiser fazer algo por um mundo melhor, e a web por sua vez, abre as portas para um mundo de informações que quem quiser pode seguir.

Então, boa sorte a todos em seus bons desejos e caminhadas por um mundo melhor, mais integrado, mais irmão de tudo e de todos.

Um abraço,

Irene

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A TECNOLOGIA DO ABRAÇO

Autor: Luiz Madureira Campos


O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...


- É... das invenção dos hómi, a que mais tem sintido é o abraço.
O abraço num tem jeito dum só apruveitá! Tudo quanto é gente, no abraço, participa duma beradinha...
O abraço é mió qui quarquer raiz ou ramo qui o Raizêro possa cunhecê...


- Condi ocê ta danado de sordade, o abraço de arguém ti alivia...
- Condi ocê ta danado de rarva, vem um, te abraça e ocê fica até sem graça de continuá cum rarva...
- Si ocê ta filiz e abraça arguém, esse arguém pega um poquim de sua alegria...
- Si arguém ta duenti, condi ocê abraça ele, ele começa a miorá... I ocê miora junto tomém...


Muita gente importante e letrado já tentô dá um jeito de sabê pruquê quié qui o abraço tem tanta tequolonogia... Mas ninguém inda discubriu... Mas iêu sei... Foi um isprito bão de Deus qui mi contô...
Iêu vinha andano... pensano na vida, condirrepênti vi um tatuzim pertim do mato... Vi ele cum esses mermo zói qui a terra um dia há de cumê...I ele falô cumigo... Falô com a fala quié a merma fala qui ocês cunhece iquiêu tô falano pruceis agora.
Iêu vô contá pruceis uqui foi qui ele mi falô:


O abraço é bão prucausa do Coração...
Condi ocê abraça arguém, fais massage no coração!...
I o coração do ôtro é massagiado tomém! Mas num é só isso, não...
Aqui ta a chave do maior segredo de tudo:
É qui, condi abraçamo arguém, nóis fiquemo tudo
é com dois coração no peito!...


* Publicação do texto autorizada via e-mail pelo autor em 24/12/2009
Texto originariamente publicado, segundo o autor, em 03/11/2009, em  http://www.autores.com.br/component/option,com_mycontent/Itemid,6/id,25155/task,view/

quinta-feira, 14 de maio de 2009

SER COERENTE COM O PENSAMENTO BIOCÊNTRICO

O estilo de vida, cultura, visão de mundo, o ser-estar-sentir-pensar-agir que atualmente vem se desenvolvendo com mais substância, coerência em favor da vida como um todo integraliza-se a partir do princípio biocêntrico, ponto de partida para a formação do pensamento ou paradigma biocêntrico.

Este novo modo de viver forçosamente envolve mudanças de paradigmas e, consequentemente, idéias, falas e comportamentos não necessariamente nesta ordem. E as palavras que usamos são um bom balizador de nossas idéias. Por exemplo: quem é pacífico sente enorme dificuldade e até constrangimento em usar palavras com sentido bélico; pessoas com pensamento racional-cartesiano tem dificuldades imensas com vocabulário místico ou religioso, e assim por diante. O contrário, obviamente, também vale.

As palavras que usamos no nosso dia-a-dia falam muito do nosso modo de ser e estar no mundo e nós nem nos damos conta:
- uma linguagem bélica, agressiva, violenta, na qual a vida é uma luta constante, inclui mais presentemente palavras e frases (discussões de sentido à parte), como público-alvo, vou matar ele de beijos, atirei no que vi e acertei no que não vi, atirei o pau no gato, mato um leão por dia, através de (passou por dentro), a conquista do sonho, estou derrotado, lutar pela vida, a vitória de atingir o sucesso, a predominância do mais forte, competição no mercado de trabalho, meu colega-adversário, etc.;
- uma linguagem pacífica conta com expressões e palavras que falam de ponderação, harmonia, entendimento, paz, inclusão, solidariedade, fraternidade, justiça, etc.;
- na linguagem teocêntrica encontra-se muito expressões do tipo: Deus é quem tudo provê, Deus foi quem quis assim, tudo acontece do jeito que Deus quer...;
- a linguagem linear-cartesiana usa muito essas expressões: fundamental (a partir da fundação de onde se ergue linearmente todo o resto), meu intestino funciona como um relógio (hahaha falta só o tic tac), o nível daquela pessoa (patamar, degrau), subir na vida (cadê a ladeira ou escada?), oficina (workshop - um lugar de se consertar algo, pessoas?)
- a linguagem econômica: recursos humanos (desde quando ser humano é ser recurso?), capital humano (piorou), administrar pessoas (pessoas são inadministráveis) ...;

- na linguagem apropriada ao pensamento biocêntrico as palavras coerentes são: universo como um sistema vivo, valorização da vida, natureza, planeta, valores humanos, ética, coerência, afetividade, qualidade de vida (para todos os seres viventes e não apenas os humanos), vivência pedagógica, complexidade, interação, processo, possibilidades, integração, grau, incentivo, cooperação, compartilhar, ser humano, infinitude, caos-ordem, relação, relatividade, contexto, instabilidade, autonomia, respeito, identidade relacional, encontro, diálogo, desenvolvimento complexo, sentir-pensar-agir, interconexão, interatividade, eu-tu-nós-outro(s)-tudo, micro inserido no macro e vice-versa, sinergia, associatividade, círculo de cultura, apreender, ensinante-educando, vivência ontológica, dinamização de potenciais, auto-regulação, auto-poiese, grupos-times, sustentabilidade, comunidade, multidimensional, energia, fluir, dinâmico, liderança compartilhada, consenso, participativo-vivencial, reflexão dialógica, palavras geradoras, vinculação, diversidade, criatividade, geratriz, teórico-dialógico-reflexivo-vivencial, saúde, saúde comunitária, interconexão de conceitos-teorias-práticas-vivências, essencial, por meio de, mediar, facilitar, fractal, corporeidade, promoção de mudanças culturais, desenvolvimento de habilidades e competências, laboratório temático, consultoria de terceiro partido, equidade, equanimidade, multicausalidade, etc... Cada uma dessas palavras têm um sentido tão amplo e profundo que caberia uma dissertação para cada uma delas.

Considerei necessário fazer toda essa preleção por causa do que desejo expor a seguir:

Em geral, quando recebo convites e/ou informações sobre cursos, seminários, vivências, me sinto incomodada com a questão da falta de práticas inclusivas por parte dos realizadores que, na minha opinião, está longe do aceitável. Incomoda-me mais ainda, quando são eventos realizados por pessoas comprometidas (pelo menos demonstram ser) com a proposta biocêntrica.

Creio que a inclusão não venha sendo tão fácil de acontecer por ser necessário um esforço a mais de trabalho que foge da rotina a que se está acostumado. Desenvolver esse olhar inclusivo é essencial para se mudar, ou pelo menos, se adaptar as metodologias existentes para que haja inclusão.

Sugiro, por exemplo, que os realizadores dos eventos procurem pessoas interessadas que tenham os conhecimentos necessários exigidos nos temas em geral veiculados nos eventos pela empresa organizadora, ou pelo grupo, ou mesmo pelo profissional, mas que não têm condições de participar por questões financeiras (ser pobre mesmo) de modo a que integrem listas com seus nomes e contatos para serem convidadas conforme forem ocorrendo os eventos. Fica a critério do organizador, qual percentual sobre o total de pagantes. Essa é uma medida simples, que não vai empobrecer o realizador, inclui e integra socialmente pessoas naturalmente excluídas e enriquece o grupo com a diversidade. Só para esclarecer, não me refiro aqui àquelas pessoas que moram num bom apartamento ou casa e que estão temporariamente desempregadas, ou sem recursos financeiros por um motivo ou outro. Essas em geral são descoladas e sabem chegar na organização do evento que têm interesse, colocar sua situação e obter bons descontos, até mesmo livre.

Os organizadores poderiam também buscar a participação dos deficientes físicos, excluídos naturalmente pela falta de adaptação às suas deficiências.

Para deixar registrado, incomoda-me também os altos preços cobrados por alguns palestrantes e detentores de direitos autorais, etc, pessoas essas ligadas à difusão do princípio biocêntrico de que modo seja. É incoerência!

Tenho certeza que criatividade é o que não falta. O que falta é decisão para mudar, talvez falte força de vontade, talvez falte mesmo coerência com a fala. Não importa. O que importa é atitude.

Quem tiver experiências diversas com a inclusão e quiser compartilhar, poste aqui um comentário ou mande-me um e-mail.

Sabemos ser até relativamente fácil apreender novas idéias e suas palavras embutidas. Mas, mudar comportamento exige consciência, coerência e uma boa dose de esforço.

Um abraço aos amigos leitores.

Irene Nousiainen
Em 14/05/2009

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

AMOR E VIDA

A inteligência sem amor te faz prepotente.
A humildade sem amor te faz hipócrita.
A pobreza sem amor te faz orgulhoso.
A justiça sem amor te faz implacável.
A autoridade sem amor te faz tirano.
O trabalho sem amor te faz escravo.
A docilidade sem amor te faz servil.
O êxito sem amor te faz arrogante.
A política sem amor te faz egoísta.
A riqueza sem amor te faz avaro.
A oração sem amor te faz falso.
A lei sem amor te faz perverso.
A beleza sem amor te faz fútil.
A fé sem amor te faz fanático.
A vida sem amor, não tem sentido...


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Autoria desconhecida

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

CULTURA BIOCÊNTRICA

A vida existe a partir de um todo integrado do macrocosmo e microcosmo: neutrinos e quasares, galáxias, estrelas, planetas, asteróides, átomos, células, rochas, vulcões, mares, oceanos, plantas e animais (incluso nestes o ser humano), enfim, tudo que existe.

A vida não existe para servir ao ser humano. O ser humano faz parte da teia da vida como qualquer outro ser vivo. A ilusória força de nossa predação é que nos dá a falsa impressão de poder sobre a vida. Se nós, seres humanos, conseguirmos nos destruir, a vida continua. Mas se a vida se extinguir, nós extinguiremos junto.

Essa é a visão biocêntrica em superação à antropocêntrica do século passado.Para que essa nova e justa visão nos permita viver harmoniosamente integrados com tudo que existe é necessário que consolidemos uma cultura biocêntrica - em favor da vida como um todo.

Feliz muitos e muitos novos anos a mais!

Irene Nousiainen

sábado, 10 de janeiro de 2009

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O que fazer na atual crise mundial?

Bem. Em primeiro lugar, há que se pensar: de qual crise se está querendo falar: financeira, ambiental, alimentar, social, cultural...? Pois é, infelizmente devemos ressaltar que há várias crises graves acontecendo concomitantemente. Algumas, com efeitos de curtíssimo prazo, dão "ibope" porque mexem diretamente nos bolsos das pessoas, como a financeira. Outras, com conseqüências, às vezes mais desastrosas ainda para toda a humanidade, não chamam tanto a atenção.

É o que estamos vivendo neste momento. Há alguns dias atrás, antes de explodir no mundo a crise financeira americana, havíamos postado o relatório da WWF que alerta os seres humanos, habitantes do Planeta Terra, para resultados ambientais desastrosos já em 2030, caso continuemos a consumir os recursos naturais e devolver ao planeta imensas quantidades de lixo, desde os perecíveis ou biodegradáveis de curto prazo até os que levam milhares de anos para serem absorvidos pela natureza. Isto é, em 2030 não haverão mais recursos naturais para manutenção da vida em nosso planeta. A leitura que faço de uma notícia dessa é calamitosa e quase nada ouvi nos noticiários sobre o assunto, quase nada ouço nas rodas de conversas.

A questão da fome mundial é outra notícia conhecida nossa de anos e anos, acompanhadas de todas as formas de ferramentas necessárias para sensibilização: imagens, textos, discussões, etc.

Hoje recebi mais uma dessas mensagens instantaneamente chocantes que rodam a Web. Chamo de instantâneas, porque percebo que elas sacodem as pessoas enquanto as lêem e depois passam para o nível do esquecimento, retornando à memória, apenas quando se ouve algum comentário sobre o assunto, para se mostrar que está "por dentro ". A verdade é que a grande maioria está "por fora" de atitudes próprias e individuais que mobilizem uma cadeia de atitudes revolucionárias em nosso comportamento individual e relacional com a vida como um todo.

Precisamos de atitudes já, agora, ontem...sem delegar a outros. Todos nós, sem exceção, somos responsáveis por tudo o que está acontecendo em nossa casa Terra. Então, comece em sua própria casa, consuma somente o que realmente é importante e ecologicamente viável, economize a tão preciosa água, a energia, minimize seu lixo, prefira o que é saudável para todos e para o planeta, se puder prefira o ônibus ou metrô, melhor ainda se puder usar bicicleta ou ir a pé mesmo....são tantas possibilidades que podemos escolher! Basta procurar. A Web está aí para isso, socializar e compartilhar novos e bons conhecimentos. Todos podemos escolher, sempre!

Sobre o texto que comentei, fazendo referência ao autor ali citado (sem garantia), o reproduzo a seguir. É exatamente o que vinha debatendo sobre tudo isso.

Irene Nousiainen


Texto do Vice-Presidente de Criação e sócio da Bullet, Muniz Neto, sobre a crise mundial.

"Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.

Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos e aquela famosa deitada sobre si mesma, pele e osso, com um urubu faminto atrás somente à espera de que seu prato esteja pronto para degustação.

Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta. Gente pobre. Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens. No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto. Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.

São imagens de miséria que comovem.

São imagens que criam plataformas de governo. Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.

Ano após ano, discutiu-se o que fazer. Anos de pressão para
sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários
para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce? Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.

Não sei como calcularam este número. Mas digamos
que esteja subestimado. Digamos que seja o dobro. Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.

Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse. Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.

É uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.

Se quiser, repasse. Se não, o que importa?

O nosso almoço tá garantido mesmo..."


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domingo, 13 de abril de 2008

Um dia Aprendi

Poema de Irene Nousiainen(*)
(escrito em 08/04/2008)

Nas idas e vindas desta vida,
sempre crente de que Deus
em tudo coloca generosamente sua vida,
venho aprendendo muitas coisas.
Neste caminhar até aqui,
dentre outras,
aprendi que,
por pior que seja um problema ou uma situação,
o tempo em tudo dá um jeito
seja de que jeito for.
Aprendi que não há como fugir de momentos difíceis,
mas que tenho um grande poder:
o poder de escolher.
E assim, posso escolher a melhor saída para aquele momento.
Aprendi que na vida, nada é eterno,
nem de bom nem de ruim.
Graças a Deus!
Assim, as tempestades passam – e esse é um grande consolo!
Mas também os dias de sol se vão
e o segredo é saber usufruir deles o máximo.
Aprendi que na vida o meio do caminho é a mais sábia escolha.
Quando escolho ir mais à margem
é quando quero conhecer um pouco mais do desconhecido,
crescer com isso.
Mas, sempre com o cuidado comigo mesma
de quem guia o outro com atenção, zelo e bondade.
Aprendi, também, que existem pessoas más, sim.
Infelizmente!
E que com estas não podemos nos relacionar
com a mesma imparcialidade, linguagem e entrega
que dedicamos a quem confiamos,
porque os limites precisam ser claros.
Aprendi que sonhos são importantes:
eles são a bússola de nossas vidas!
Aprendi, também,
que família é o alimento primordial de nossas vidas.
Mas, que nem todas as pessoas sabem disso.
Aprendi que amigos têm que ser poucos mesmo,
porque quanto melhor
a qualidade da relação, no cuidado, atenção e afeto,
mais profunda é a amizade.
Aprendi que passado e futuro são muito importantes,
porque eles nos dão cada vez mais
a possibilidade da melhor escolha.
Mas, que o presente é que escreve a nossa história.
Aprendi que sensibilidade
é uma qualidade melhor que a racionalidade,
porque permite a intuição
e uma visão mais ampliada e profunda da vida.
E que pessoas sensíveis sofrem mais,
porque no mundo ainda prevalece a racionalidade.
Aprendi que o importante na vida
é ser humano com qualidade
e participar da grandiosidade da vida
além da esfera do humano.
Porque antes de sermos humanos,
somos seres viventes,
compartilhando com outros seres viventes
a divina possibilidade de viver a vida.

(*) Inspirado no texto "Um dia você aprende" atribuído a William Shakespeare

sábado, 12 de maio de 2007

COMENTÁRIOS E SUGESTÕES SOBRE O BLOG

Oi pessoal,

Hoje em dia compartilhar idéias, pensamentos e sentimentos não é uma tarefa muito fácil.

ComPartilhar- partilhar com; trocar com

Primeiro, o tempo Kronos corre cada vez mais engolindo Kairós - falta de priorização, de visão? ...Porém, educação de atitudes arraigadas se dá é aos poucos mesmo, exceto em mudanças radicais - o que não é minha opção.

Segundo, compartilhar é muito mais do que disponibilizar... é trocar. E as pessoas, em geral, também estão priorizando mais Kronos que Kairós...prejudicando a criação, a inovação, a criatividade, o novo olhar, a ampliação de mundo e...compartilhar.

É nesse intuito que este espaço foi criado: especialmente, na tentativa de romper com a força do "ganhar dinheiro para sobreviver" que agrega e traz no seu rastro um mundo de atitudes que justificam esse comportamento e que comprometem a vida.

Um abraço bem abraçado,

Irene Nousiainen